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Mim, de novo heheheheheee hehehee
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EU, EM VÍDEO. MASSA, MUITO MASSA rsrsrs

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Denise Boantes Bonates Faria

Ocupação
Localização
Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer
circunstância, eu
estava no lugar certo, na hora certa, no momento
exato. E, então, pude
relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.

Quando me amei de verdade, pude perceber que a minha
angústia, meu
sofrimento emocional, não passa de um sinal de que
estou indo contra as
minhas verdades.
Hoje sei que isso é... Autenticidade.

Quando me amei de verdade, parei de desejar que a
minha vida fosse diferente
e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para
o meu crescimento.
Hoje chamo isso de... Amadurecimento.

Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é
ofensivo tentar forçar
alguma situação ou alguém apenas para realiza realizar aquilo
que desejo, mesmo
sabendo que não é o momento ou a pessoa não está
preparada, inclusive eu
mesmA.
Hoje sei que o nome disso é... Respeito

(CHARLES CHAPLIN)

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6-9

Falando sobre - Divaldo Franco - Estudando a Depressão

 

Citação

YouTube - Divaldo Franco - Estudando a Depressão
  
24-5

EU SEM ASSUNTO...

    EU SEMPRE AQUI ... MEIO VESGA NA FOTO DE BAIXO... 
  ESPERA AÍ...
 SERÁ QUE ESTOU FICANDO VESGA?
   JÁ TEM DUAS FOTOS QUE FICO  ASSIM rss!
 
 
 
 
 
29-4

o olho dele...(meu amor)

 
É LINDO DE mais os olhos do meu amor

Fixo meu olho no teu olho e flagro uma
Sombra de mim queimando no teu olho.
Meu retrato afogado numa lágrima
Logo abaixo recolho.
Se entendesses de imagens e magias,
Com minhas imagens nas pupilas frias,
De quantos modos tu me matarias?
Tuas lágrimas sorvo doce humor,
E ainda que outras caiam, vou deixar-te;
Meu retrato se esvai, vai-se o temor
De ser enfeitiçado por tal arte;
Só reténs, afinal,
Minha imagem num único local:
Teu coração, livre de todo maldo. (Do livro O Anticrítico)

18-4

EM CASA

 

Em Casa

 

Ninguém foge à Lei da Reencarnação.

ONTEM, atraiçoamos a confiança de um companheiro, induzindo-o à derrocada moral. HOJE, guardâmo-lo na condição do parente difícil, que nos pede sacrifício incessante.

ONTEM, abandonamos a jovem que nos amava, inclinando-a ao mergulho na lagoa do vício. HOJE, têmo-la de volta por filha incompreensiva, necessitada do nosso amor.

ONTEM, colocamos o orgulho e a vaidade no peito de um irmão que nos seguia os exemplos menos felizes. HOJE, partilhamos com ele, à feição de esposo despótico ou de filho-problema, o cálice amargo da redenção.

ONTEM, esquecemos compromissos veneráveis, arrastando alguém ao suicídio. HOJE, reencontramos esse mesmo alguém na pessoa de um filhinho, portador de moléstia irreversível, tutelando-lhe, à custa de lágrimas, o trabalho de reajuste.

ONTEM, abandonamos a companheira inexperiente, à míngua de todo auxílio, situando-a nas garras da delinqüência. HOJE, achâmo-la ao nosso lado, na presença da esposa conturbada e doente, a exigir-nos a permanência no curso infatigável da tolerância.

ONTEM, dilaceramos a alma sensível de pais afetuosos e devotados, sangrando-lhes o espírito, a punhaladas de ingratidão. HOJE, moramos no espinheiro, em forma de lar, carregando fardos de angústia, a fim de aprender a plantar carinho e fidelidade.

À frente de toda dificuldade e de toda prova, abençoa sempre e faze o melhor que possas.

Ajuda aos que te partilham a experiência, ora pelos que te perseguem, sorri para os que te ferem e desculpa todos aqueles que te injuriam...

A humildade é a chave de nossa libertação.

E, sejam quais sejam os teus obstáculos na família, é preciso reconhecer que toda construção moral do Reino de Deus, perante o mundo, começa nos alicerces invisíveis da luta em casa.

Xavier, Francisco Cândido. Da obra: EME. Ditado pelo Espírito Emmanuel. 1995.

22-3

P/Meu esposo, namorado.(Canto p/vc)

 

Mais uma vez
Meu coração esquece tudo o que você me fez
E eu volto pra esse amor insano
Sem pensar em mim
Pra recomeçar
Já sabendo o fim
Mas, é paixão
E essas coisas de paixão
Não tem explicação
É simplesmente se entregar, deixar acontecer
E eu sempre acabo me envolvendo com você

Nesses desencontros eu insisto em te encontrar
Como se eu partisse já pensando em voltar
Como se no fundo eu não pudesse existir sem ter você
Toda vez que eu volto eu te vejo sempre igual
Como se a saudade fosse a coisa mais banal
E eu chegando sempre como uma louca
Pra dizer que amo você (amo você) eu aaamo,, eu amamoo ,amo vc, 
Que me leve pela vida o coração
Como versos pra canção
Volto prá você, volto pelo amor
Não importa se é um sonho pelo avesso
Cada volta é um recomeço

Cada Volta É Um Recomeço
>> Zezé di Camargo e Luciano
24-11

NOSSA MÚSICA

 

 

Composição: Marco Camargo / Raul Mota

 

Interpretaçao

Robson Monteiro

Tá certo a gente briga e daí?
Coisas da vida
Promessas que jamais vãos e cumprir
Na despedida

A gente sabe que o coração
Foi sempre inimigo da razão
Por mais que a gente tente nos deixar
Não temos pressa

A gente tenta tanto se ofender
Com frases feitas
Eu minto que eu quero de você
A tua ausência
Brigas com palavras sem pensar
Se anulam com as falas do olhar
E as crises que não vamos resolver
O amor explica

Eu já mandei você embora
Querendo ir também
Sozinho à noite em nossa cama
Sem dormir me levantei
Não posso viver sem tuas manias
Sem teu ciúmes que não me deixa em paz
Que falta que o seu amor me faz

A gente tenta tanto se ofender
Com frases feitas ....

13-11

O ALVO DA VIDA

 

 o alvo da vida!

 

 

 


Havia num bosque isolado, uma bonita violeta que vivia satisfeita com suas companheiras. Certa manhã ergueu a cabeça e viu uma rosa que se balançava por cima dela, radiante e orgulhosa.

A violeta gemeu:

Que pouca sorte eu tenho entre as flores! Que destino humilde o meu! Vivo colada a terra e não posso erguer a face para o sol, como fazem as rosas...

  A natureza ouviu e disse: que te aconteceu, filhinha? Apoderaram–se de ti as ambições vãs? Suplico-te, mãe poderosa - disse a violeta - transforma-me em rosa, por um dia só que seja.

Não sabes o que estás pedindo, respondeu a natureza. Ignoras o que se esconde de infortúnios por trás das grandezas aparentes?

Transforma-me em rosa, insistiu a violeta, e aceitarei todas as conseqüências das minhas aspirações e dos meus desejos.

A natureza estendeu sua mão mágica e a vileta tornou-se uma rosa suntuosa. Na tarde daquele mesmo dia, o céu escureceu, e o vento e a chuva devastaram o bosque. As árvores e as roseiras foram abatidas. Só as humildes violetas escaparam ao massacre. E uma delas, olhando à sua volta, gritou às companheiras:

Olhem e vejam o que a tempestade fez das grandes plantas que se ergueram com orgulho impertinência!

Disse uma outra: Vivemos coladas a terra, mas escapamos da fúria dos furacões.

Uma terceira disse: somos pequenas e humildes; mas as tempestades nada podem contra nós.

A rainha das violetas viu também a rosa que tinha sido violeta, estendida por terra como morta, e disse:

Vejam e meditem, minhas filhas, sobre o destino da violeta que as ambições embriagaram. Que sua infelicidade lhes sirva de exemplo.

Ouvindo estas palavras, a rosa agonizante se agitou e disse, com voz entrecortada:

Escutai antes, vós, ignorantes, medíocres, covardes. Ontem eu era como vós, humilde e satisfeita. Mas a satisfação que me protegia, também me limitava. Podia continuar a viver como vós, colada a terra, até que o inverno me envolvesse na sua neve e me levasse ao silêncio eterno, sem conhecer os segredos e as glórias desta vida mais que as inúmeras gerações de violetas, desde que elas existem. Mas escutai no silencio da noite e ouvi o mundo superior dizer a este mundo: - O alvo da vida é alcançar o que há alem da vida. Pedi, então à Natureza – que nada é senão a materialização dos nossos sonhos invisíveis – que me transformasse em rosa. E a natureza atendeu ao meu desejo. Vivi uma hora como rosa. Vivi uma hora como rainha. Vi o mundo com os olhos da rosa Ouvi a melodia do éter com os ouvidos das rosas. Acariciei a luz com as pétalas das rosas. Pode alguma de vós gabar-se desta honra? Morro agora, levando na alma o que nenhuma violeta jamais experimentou. Morro, sabendo o que há por trás dos horizontes estreitos onde nasci. É este o alvo da vida!

 

DENISE BONATES

 

 

Eu só sei que nada sei.Fotos e mais. liga o som. Denise Bonates